quarta-feira, 31 de agosto de 2016

A Caminho do Altar









 
Ao contrário da maioria de seus amigos, Gregory Bridgerton sempre acreditou no amor. Não podia ser diferente: seus pais se adoravam e seus sete irmãos se casaram apaixonados. Por isso, o jovem tem certeza de que também encontrará a mulher que foi feita para ele e que a reconhecerá assim que a vir. E é exatamente isso que acontece.
O problema é que Hermione Watson está encantada por outro homem e não lhe dá a menor atenção. Para sorte de Gregory, porém, Lucinda Abernathy considera o pretendente da melhor amiga um péssimo partido e se oferece para ajudar o romântico Bridgerton a conquistá-la.
Mas tudo começa a mudar quando quem se apaixona por ele é Lucy, que já foi prometida pelo tio a um homem que mal conhece. Agora, será que Gregory perceberá a tempo que ela, com seu humor inteligente e seu sorriso luminoso, é a mulher ideal para ele?
A caminho do altar, oitavo livro da série Os Bridgertons, é uma história sobre encontros, desencontros e esperança no amor. De forma leve e revigorante, Julia Quinn nos mostra que tudo o que imaginamos sobre paixão à primeira vista é verdade – só precisamos saber onde buscá-la.
Título: A Caminho do Altar
Série: Os Bridgertons
Autora: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 320


E eis que chegou a hora de dizer adeus aos Bridgertons, série que eu amo! Quando o livro chegou foi um misto de emoções. Primeiro veio aquela coisa boa, um sentimento de felicidade enorme por ter, finalmente, o oitavo livro em mãos. Mas também bateu uma certa tristeza, afinal é o último volume da série queridíssima do meu coração. Por fim, venceu a curiosidade e depois de tanto esperar, me rendi aos chamados do livro e me joguei na leitura.
Gregory sempre acreditou num casamento por amor. Seus pais casaram-se por amor e todos os irmãos também. Ele sempre esperou pelo dia que fosse conhecer alguém especial e se apaixonar perdidamente. Gregory não sabia bem o que sentiria quando se apaixonasse, mas sabia que seria algo arrebatador. E eis que acontece. Um dia, numa reunião na casa de Anthony, ele acaba conhecendo Hermione Watson, uma moça encantadora e incrivelmente bela. Só em olhar para sua nuca ele já sentiu algo diferente e quando finalmente se viu frente a frente com a bela jovem, teve certeza: havia se apaixonado. 
Hermione, por sua vez, é uma moça muito bonita, que coleciona admiradores por onde passa. Mas não pensem vocês que ela é uma esnobe. Pelo contrário, ela não se deixa levar pela vaidade somente por ter tantos rapazes aos seus pés, principalmente porque seu coração já tem dono. Contudo, isso não será empecilho para Gregory que irá contar com a ajuda de Lucy, melhor amiga de Hermione.
Lucy e Hermione são inseparáveis e se tem uma coisa que ela deseja muito é que a amiga seja feliz. Contudo, ela não acredita que o pretendente de Hermione seja a pessoa certa para ela, principalmente porque ele é assistente do pai da amiga e um relacionamento entre eles não seria visto com bons olhos. Mas ela sabe que Hermione está apaixonada, e nós sabemos que uma mulher apaixonada fica cega e surda para todo e qualquer conselho que possa ser dado. Ao perceber o interesse de Gregory, ela decide que irá ajudá-lo a tentar conquistar o coração da amiga. Ele é jovem, espirituoso, gentil,  e apesar de também ser um pouco irritante, não deixa de ser muito agradável. Os dois começam a se aproximar cada vez mais e aí o inevitável acontece: eles começam a se sentir atraídos um pelo o outro.
Mas as coisas não serão muito fáceis pra eles. Além de não quererem admitir que estão sentindo algo um pelo outro, temos também um agravante: Lucy está prometida, há muito tempo, para um outro homem e um possível rompimento poderá trazer sérias complicações para sua vida.
A Caminho do Altar é um livro apaixonante, com um personagem que é tão carismático quanto os demais Bridgertons, mas que se mostrou o mais sonhador entre todos. Não é difícil gostar de Gregory, ele possui um carisma enorme e é um pouquinho de cada um dos irmãos. Já Lucy, por mais que tenha características que eu admiro bastante, tive uma certa relutância em gostar. Vocês sabem que gosto muito de personagens fortes e decididas, que lutam por aquilo que desejam e pela sua felicidade. Mas ela é tão cordata, aceita tudo que lhe é imposto e nunca reclama... não consigo "me dar" com gente assim. Me ataca logo uma agonia, uma vontade de chamar pra perto e dizer: "Minha filha, melhore. Vamos tomar uma atitude porque do jeito que está não tá dando.".
A história é bem leve, gostosa de ler, mas achei que algumas partes foram enroladas demais e acabaram quebrando a agilidade da trama. Gostei muito do romance entre os personagens e da forma como eles foram descobrindo o amor, Não foi forçado, nem precipitado. Tudo aconteceu no momento certo e foi muito bacana acompanhar a descoberta dos sentimentos de ambos (e o estado de negação em que eles entraram).
Este pode não ser o melhor livro da série, mas é sem dúvida um dos mais fofos. Não sabia bem o que esperar em relação a ele e, confesso, estava com medo de me decepcionar, da Julia ter errado a mão e não ter dado ao Gregory um livro a altura dos demais. Mas, nem precisava ter me preocupado. A história é doce e romântica, mas tem também um pouquinho de drama e algumas surpresas que são desvendadas no final.
De modo geral, é um bom fechamento para a série e estou na expectativa do The Bridgertons: The Happy Ever After, que será lançado pela Editora Arqueiro e trará os epílogos para as histórias de todos os irmãos, bem como um conto sobre a Violet (a mãe dos nossos adoráveis personagens).
Se você, assim como eu, também ama essa série, com certeza vai gostar muito de A Caminho do Altar. Leiam e depois venham me contar o que acharam. ;)


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Ilustraverso: John Ariosa

Todo mundo ama uma boa capa, um mapa bem feito e ilustrações apaixonantes, sejam elas em livros, grafic novels, guias ilustrados, para usar de papel de parede ou pelo simples prazer de admirar. Porém nem todo mundo costuma dar a valor a pessoa por trás da arte, mas por sorte aqui é diferente. Quem sabe você não descobre aqui a pessoa que vai ser responsável por aquele presente diferenciado ou para concluir/iniciar aquele projeto que está engavetado: uma HQ ou a capa e ilustrações de um bom livro.
Por essa razão criei no meu blog, o Multiverso X, a sessão Ilustraverso para o artista e sua arte terem vez e reconhecimento. Como o blog é pequeno e os artistas merecem sempre mais visibilidade resolvi trazer a sessão para cá e ver funciona.
Na sessão Ilustraverso o artista e sua arte tem vez e reconhecimento. A artista da vez é uma ilustrador cada vez mais presente nos jogos de tabuleiro, responsável inclusive pelas artes de Mice and Mystics (já falei dele aqui e também lá no meu podcast). Conheçam a arte de John Ariosa!
John Ariosa é formado em Desenho Industrial e Design de Produtos pela University of Cincinnati DAAP, e tem atuado como ilustrador freelancer destaque no mercado de boardgames.
Com base em Nova York, John já desenvolveu projetos artísticos para algumas das principais empresas de atuação do mercado dos jogos de tabuleiro como Fantasy Flight, Hasbro, Plaid Hat Games. Alguns de seus trabalhos já estão presentes nas versões nacionais de jogos como Bullfrogs, Mice and Mystics e Summoner Wars.
Você pode conferir uma amostra da arte aí embaixo e as galerias no Site da Artista, no ArtStation ou no DeviantArt. Aos interessados em um contato profissional e em obter mais informações, o contato pode ser feito através do email: ariosadeign@gmail.com ou pelo formulário na aba de contato de seu site.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Top 5: Ai que sono...




Podem falar, eu estou cada dia melhor nos títulos de Top 5, não é mesmo? (hahahaha)
Pois vamos lá: quem aí já leu um livro que dava aquele sono? Eu já e a sensação é ruim demais, principalmente quando é um livro que promete MUITO e acaba sendo tão massante que só dá vontade de jogar ele pro lado e ir dormir. Ficou curioso pra saber quais foram minhas escolhas? Então confere aqui embaixo:
1- Postais do Coração
Gente, eu estava esperando MUITO desse livro! Pela sinopse a história parecia ser ótima e ainda tinha a frase na capa da Marian Keyes (eu amo os livros dessa mulher) recomendando o livro. Como eu fiquei? DOIDA! Comecei a leitura esperando diversão e lágrimas, e quase que não consigo terminar porque toda vez que pegava nele só queria dormir.
Que livro chato! História sem graça, personagens sem carisma, falta de agilidade da narrativa...foram tantas coisas que me desagradaram que se eu fosse escrever não acabaria hoje. Só de lembrar dele já me dá aquela vontade de bocejar. Sei que muita gente adorou, mas pra mim ele só funcionou como sonífero, nada mais.
2- Proteja-me
Ele já apareceu aqui, se não me engano no post de Decepções Literárias. Foi um daqueles livros que prometia muito drama e uma história de deixar o leitor vidrado. Mas foi o total oposto.
A história é arrastada e somente uma vez ela fica tão boa que eu achava que, finalmente, iria gostar dela. Mas o momento passou e a chatice retornou.
Li até o fim, mas foi uma leitura dolorosa e devo ter levado mais de uma semana com ele. É o tipo de livro que dá mesmo muuuuuito sono.
3- Starling
Esse foi uma mistura de duas coisas: história fraca e confusa, e personagem principal sem atitude. Comecei a ler cheia de expectativa, mas dei logo com a cara na porta nos primeiros capítulos. A Mason, personagem principal do livro, era uma mala sem alça. Sabe aquele tipo de pessoa que o mundo está desabando e ela não toma uma atitude? Pois bem, é assim que essa mocinha é. Aí juntou a história que não dizia a que veio e estava feita a bagaceira. Pra vocês terem uma ideia, eu literalmente dormi enquanto lia esse livro e isso nunca tinha acontecido antes.
Até hoje não sei como consegui terminar o livro já que até as cenas de ação não me animaram tanto quanto imaginei.
4- Por Uma Questão de Amor
Comprei esse livro pela capa, assumo logo! Comecei a ler por conta dela também. Hahahahaha Mentira, comecei a ler porque ouvia muitos comentários legais a respeito dele e a escrita da autora era muito elogiada. Mas, infelizmente, não funcionou pra mim e bateu aquele sono básico em diversas passagens.
Além da falta de carisma dos personagens principais e da história morna, me incomodou muito o fato da trama ser extremamente clichê, quando na verdade ela poderia ter sido muito mais já que tinha um potencial muito bom se tivesse sido melhor explorado. Foi uma leitura muito cansativa.
5- Se Eu Ficar
Só de ouvir falar o nome dele já vem aquele bocejo esperto. Um dos livros mais chatos que já li até hoje, essa história me rendeu vários dias de sono excessivo e tédio. Bastava olhar pra capa dele que já batia aquela sensação de sonolência forte.
Sei que muita gente ama esse livro e mais umas outras tantas odeia. Eu não vou dizer a você que odeio, mas que ele foi uma leitura insuportável, ah ele foi! A trama, que tinha tudo para ser sensacional e super emocionante, não conseguiu me tocar uma única vez. Não houve nenhum tipo de "arroubo", os personagens não me cativaram, a escrita da Gayle me deixou meio zonza e bastava pegar no livro pro sono bater. Enfim, um verdadeiro sonífero em forma de livro.

Agora que vocês conheceram meu top 5, deixa o seu aqui para eu conhecer também.
Beijos


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Grupo Novo Século - Agosto



Interrompemos a nossa programação para trazer a vocês mais um informativo contendo novidades da Editora Novo Século! E não, não serão poucas...
A Bienal do Livro está começando e são tantos lançamentos que não cabem todos em uma só postagem, por isso selecionamos uma amostra para dar aquele gostinho. Confira!
Chega um determinado momento em que a paixão é correspondida, em que o amor dá certo. Com um “papo reto”, Liliane Ribeiro quer provar a seus leitores que amar vale a pena, levando as pessoas a despertarem o amor-próprio que está adormecido dentro de cada um, mesmo depois de tantas desilusões e desencontros. Conselheira, com espírito nômade, mediadora, inovadora, despudorada e bem-humorada, a jornalista criou a página “Papo reto com Liliane Ribeiro’s” a fim de compartilhar suas experiências amorosas. O que não imaginava é que tantas pessoas se identificariam e que a página serviria para aconselhar tantos leitores a não desistirem de lutar por um relacionamento saudável. Com um texto leve e descontraído, neste livro a autora fala diretamente aos leitores, da mesma maneira agradável que conversa em sua página.
Ah… O início da adolescência… A fase em que tudo começa a acontecer! Seus pais passam a te dar um pouco mais de liberdade, surgem as primeiras discussões, os primeiros relacionamentos, o primeiro beijo, o primeiro coração partido… Esses temas são constantes e primordiais na vida de todo adolescente, mas não para Gaby Cabral. Para ela, esses assuntos ficavam em segundo plano, porque aos catorze anos ela resolveu se preocupar com seu futuro. Teve tantos relacionamentos – e um coração partido no fim de cada um deles –, que perdeu as contas. Cultivou amizades que a traíram tantas vezes, que hoje ela conta nos dedos quem realmente está ao seu lado. Perdeu-se e desistiu das coisas que a asfixiavam. Mas também sorriu muito ao longo do percurso. E aprendeu. Com a vida, com os amigos, com os amores. Este livro é uma reunião de textos dos mais variados assuntos. É um bate-papo descontraído entre amigos, repleto de experiências, desabafos, conselhos, risadas – e muita música! Sinta-se à vontade. A vida de Gaby Cabral é um diário aberto!
Na sangrenta batalha de Crécy, Thomas Blackstone e seus companheiros arqueiros mantiveram-se firmes e fizeram chover morte sobre a poderosa cavalaria francesa. Agora, Blackstone não é mais arqueiro; é um homem de armas, intitulado Sir Thomas pelo rei inglês. Casado com Christiana e pai de dois filhos, construiu um lar num pequeno feudo ao norte da França. As feridas da guerra, porém, ainda sangram. Um traidor se alia ao rei francês, tecendo uma rede de armadilhas para atrair os amigos e a família de Thomas. Ele será obrigado a mais uma vez mostrar sua maestria no campo de batalha, num combate tão memorável quanto mortífero. Blackstone desafia o inimigo, o rei e até mesmo a própria morte. Mas não pode desafiar seu destino.
O Império de Taur está prestes a presenciar o recomeço da guerra civil, que chegou a dizimar um terço da população, quinze anos antes. Em um mundo onde elementais – humanos com poderes e habilidades fantásticos – vivem como deuses, apoiados pela Igreja e pelo Exército, os homens comuns, nascidos sem poderes, são escravizados e obrigados a ter uma vida miserável do lado de fora das muralhas das grandiosas Cidades Elementais. Entre esses comuns vive Aaron Fischer, um garoto de quinze anos, inconformado com a vida imposta pelo Exército Imperial. Quando Jonas, seu pai, é assassinado pela Marinha Imperial, poderes desconhecidos despertam no garoto, e ele descobre que é, na verdade, o filho perdido do ex-general Logan Grun, um dos mais cruéis genocidas da história e um dos mais poderosos elementais. Perante as últimas palavras do homem a quem ele chamava de pai, Aaron promete encontrar o nefasto grupo revolucionário conhecido como Exército Negro, libertando os comuns e revelando a verdade por trás do que aconteceu no passado.
Mariane, uma jovem universitária no auge de seus 20 anos, tem uma vida pacata e comum. Desde pequena ela sonha com criaturas místicas e sobrenaturais. No entanto, esses sonhos começam a ficar cada vez mais reais. A rotina que ela conhecia é completamente abalada quando um garoto misterioso entra em sua vida. O nome dele é Andrey, e parece ser perigoso – não que isso realmente importe para Mariane, já que ela se sente cada vez mais atraída por aqueles olhos verdes e profundos. Quando Andrey resolve abrir o jogo e revelar quem realmente é, o mundo da garota vira de cabeça para baixo e ela se vê envolvida numa guerra sobrenatural, na qual parece ser a chave da vitória dos dragões sobre os giants – criaturas místicas das quais, até então, ninguém ouvira falar. Mas há mais mistérios ao redor de Mariane do que ser simplesmente a “arma secreta”. Dragões e humanos precisam se unir para vencer um inimigo em comum. E em meio ao caos surge um amor improvável. Sangue e vermes.

Um ser humano duplamente amaldiçoado. A primeira vez, quando ainda bebê, pelo diabo, marcando seu destino para todo o sempre. A segunda, antes de completar o profético e macabro trigésimo terceiro ano, por Netuno, transformando- o em um verdadeiro anti-herói, eterno, vagando entre o mundo das trevas e dimensões atemporais do nosso planeta. Como pano de fundo, prostitutas, drogas, sexo, crimes e uma gigantesca batalha entre o Bem e o Mal. De cruel e sanguinário pirata a cruel e sanguinário herói. Essa é a sina de Darkson — o pirata das trevas, um personagem que o mundo nunca viu.


MARIA DA SILVA é o nome da fictícia – mas com ecos tão reais – personagem deste romance envolvente, que aborda com profundidade a cruel realidade de temas tão atuais e delicados como o turismo sexual, a prostituição e o tráfico de mulheres. Ela poderia ter sido uma adolescente como outra qualquer se não tivesse escolhido enveredar tão cedo pelo caminho da prostituição, para depois se tornar o braço direito de um dos maiores agenciadores de mulheres destinadas a abastecer o mercado do sexo no Ceará. Sua história também poderia ter um desfecho semelhante ao das mulheres que resolvem se prostituir, se não tivesse sido vendida como escrava sexual numa boate de luxo em Milão. E ela poderia, como tantas outras, desistir de tudo, caso não se agarrasse a uma duradoura esperança. Crimes. Perseguições policiais. Drama. Suspense. Estes são apenas alguns elementos deste livro repleto de surpresas, capaz de cativar o leitor do início ao fim.
Julie não é uma garota comum, afinal, a vida nunca foi muito justa com ela. Abandonada pelos pais na infância, ficou aos cuidados da avó, que sempre lutou por uma boa educação para a neta. Na escola, sempre foi vítima de preconceitos e teve poucos amigos. Quando a amiga mais próxima a engana, o garoto por quem sempre foi apaixonada a humilha e a avó morre, Julie se vê sozinha e com um único propósito: se vingar. Dez anos depois, ela tem certeza de que está preparada para dar o troco, quando descobre que o garoto que a humilhou se tornou um homem importante no mundo dos negócios e está contratando uma nova assistente pessoal, vaga que ela vai preencher. Joe Hesgher nunca se lembraria daquela garota que maltratou, só que não consegue tirar da cabeça a nova assistente pessoal. A mulher de rosto angelical está tirando seu sossego. Acostumado a ter todas as mulheres que deseja, garante que dessa vez não será diferente. Mas quando o amor está envolvido, as certezas se tornam as maiores armadilhas. Dividida entre o amor e a vingança, ela descobre que precisa dele mais do que do próprio ar, mas para vencer as dificuldades e consertar as coisas, eles terão de superar o passado e construir um futuro.

Juan passara horas, dias, naquele hospital. Quando pensou que as coisas começariam a clarear, foi golpeado pela notícia de que Fernanda estava com amnésia. Sua vida se transformou em um verdadeiro caos. Como prometera, faria de tudo para ter uma relação cordial com ela. O que poderia esperar de si próprio era sustentar, com todas as forças, uma distância emocional daquela mulher. Fernanda merecia, no mínimo, seu desprezo. Embarque nesta conturbada história de amor. Em busca da verdade vai revirar suas emoções.



Quase seis séculos se passaram desde a queda dos donmen. Com eles, a Ordem Igualitária das Raças foi destruída. Seis séculos mergulhados na maior guerra da história. Humanos, elfos, orcs e anões, todos são apenas soldados. Apenas peões na guerra entre angeli e daemon pelo poder. A única coisa que importa na guerra é o lado pelo qual se luta. Mas o mal cria, sem saber, o seu maior inimigo. Distante da guerra, a esperança vive. Um casal de irmãos, aos poucos, vai descobrindo a verdade sobre sua origem. Guiados por um ser mágico, que todos acreditavam estar extinto, seriam eles capazes de unir novamente as raças para contra-atacar aqueles que os oprimiram durante séculos? Para os apaixonados por fantasia e mitologia nór­dica, Guerra das Raças – A caça aos desertores garante uma ótima leitura. Aventure-se nessa história cheia de contratempos e personagens cativantes.
Jessica cresceu no Circo Rainbow, no Lago Michigan, em Chicago. Descobriu em sua infância magias desconhecidas pelas pessoas, existentes em um jardim encantado, que ficava atrás do grandioso circo. Um universo repleto de cores e sonhos, do qual ela usufruía todos os dias e compartilhava em seus espetáculos. Ela aprendia de tudo, mas sua maior paixão sempre foi cantar. Porém, aos dezesseis anos, após o desaparecimento da mãe, Jessica não conseguiu mais vivenciar a magia do circo. Nessa mesma época, descobriu a Bossa Nova e decidiu aprender a língua portuguesa. Então, no início da década de 1960, aos dezoito anos, foge para o Rio de Janeiro, deixando apenas um bilhete ao seu pai. Na Cidade Maravilhosa, Jessica se depara com um mundo fabuloso, faz incríveis amizades e persegue o sonho de cantar. Apesar de sua vida estar tomando um rumo brilhante, o mundo mágico sai do eixo com a possibilidade da venda do circo para a Madame Gaga. Agora ela terá de realizar seus sonhos ao mesmo tempo em que precisa salvar a magia do universo.
Jéssica é uma garota de dezessete anos, estudiosa, bonita e rica, que havia ganhado uma segunda chance. Numa visita à casa de sua avó, em São Paulo, conhece um grupo de amigos e Beto, rapaz rebelde que, entre cigarros, bebedeiras e rock’n'roll, está longe de ser o homem ideal, mas sua indiferença o torna irresistivelmente fascinante. Tinha tudo para ser mais uma história de amor, exceto por um detalhe: os dois não sabiam que essa união os transformaria em peças de um jogo entre membros de uma organização e um homem ambicioso; todos manipulados por Arimã, o anjo corrompido. Para que consigam ficar juntos, Jéssica e Beto precisarão revelar segredos, aprender a perdoar, interpretar sonhos e acreditar que não estão sozinhos. Entre vícios, brigas, uma flor que inspira e seres sobrenaturais, está Padma, em busca da luz.
Pequena Londres tem tudo para agradar a leitores que apreciam uma delicada comédia romântica – impossível não gargalhar em determinadas cenas. No quesito timing para criar situações cômicas, Maria Angélica Constantino é insuperável. Mas agrada também aos que gostam de um drama para se debulhar em lágrimas. Há momentos de leveza e romantismo, graça e descobertas sutis – como é comum entre pessoas de culturas tão diversas –, mobilizando o público para esse amor quase palpável entre dois personagens de classes sociais extremas, com todas as suas possibilidades e surpresas. A autora tem o dom de envolver e transportar os leitores para esse universo paralelo, ficcional, em que torcemos pelos personagens, nos emocionamos, sofremos com eles. Parabenizo-a em especial pela sua capacidade de conseguir imprimir características tão fortes e pessoais à protagonista, encantando o inglês (e os leitores) de maneira indelével. Em síntese: uma história digna de integrar a melhor comédia romântica de Hollywood. Kyanja Lee
Não pense que o thriller policial O Último Santo é feito só de ação e violência. Também há romance, traições religiosas, conspirações políticas, trapaças, compaixão, humanidade e a busca da redenção. Um romance policial de narrativa ágil e surpreendente. Se está procurando uma trama policial de suspense e ação explosiva, cheia de reviravoltas e surpresas, com personagens fortes e marcantes vivendo em uma Rio de Janeiro caótica e corrompida, é hora de seguir os passos de Jorge. Livro indispensável não só para os fãs do gênero, mas, principalmente, para todos os que não dispensam um livro crítico, ácido e fantasiosamente realista. E se seu santo protetor resolvesse empunhar sua espada para fazer justiça com as próprias mãos? Até onde você iria com ele?
Confira a lista completa de lançamentos de Agosto aqui e se prepare para fazer a festa na Bienal.
Por hoje, é só. Voltamos a qualquer momento com mais informativos sobre o mundo literário.


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

A Redenção

Herdeira caçula de um verdadeiro império, Haven é uma mulher obstinada que vive de acordo com os próprios princípios e que não tem medo de bater de frentecom o pai, Churchill Travis, um dos homens mais ricos e respeitados do Texas. Mas ao cortar relações com ele para se casar com um homem que sua família desaprova, Haven vê sua vida se transformar num verdadeiro inferno... e não tem para quem pedir ajuda. Dois anos depois, Haven volta para casa, com a alma abatida e o coração fechado, determinada a econstruir sua vida sozinha. Mas Hardy Cates e seus irresistíveis olhos azuis cruzam seu caminho, e ele é a última pessoa que ela precisa encontrar. Hardy é o mais novo magnata da indústria petroleira de Houston, um homem de sangue quente que aprendeu desde muito cedo a não confiar em ninguém e que nunca mediu esforços para chegar aonde quer: ao topo! Em sua jornada alimentada pela ambição desmedida, ele conquista poder e inimigos, incluindo os homens da poderosa família Travis. O que ele não esperava era sentir suas defesas serem abaladas pela herdeira da família. Conseguirão duas pessoas que aprenderam da pior maneira que o amor pode ser o inimigo mais cruel deixar para trás todos os traumas e se permitir uma nova chance? The Travis Family, série best-seller do The New York Times, é a estreia de Lisa Kleypas como autora de romances contemporâneos. A protegida, primeiro livro da série, foi finalista do RITA, o maior prêmio destinado a romances nos Estados Unidos. “Quando se é sistematicamente agredida, sua capacidade crítica vai sendo solapada até o ponto em que é quase impossível tomar decisões.”
Título: A Redenção
Série: The Travis Family 
Autor (a): Lisa Kleypas
Editora: Gutenberg
Número de páginas: 256


No ano passado eu li A Protegida, primeiro livro da série The Travis Family e me apaixonei. Já havia lido outros livros da Lisa Kleypas e sabia do talento dela para criar histórias intensas. Estava ansiosa demais para ler esse livro e quando ele chegou, furei a fila da leitura porque precisava continuar acompanhando a saga dessa família.
Em A Redenção vamos reencontrar dois personagens que já apareceram no primeiro livro. A primeira é Haven Travis, a caçula, e a única mulher entre os quatro irmãos. Desde muito pequena ela já sentia o peso de ser quem é. Embora sempre tentasse, nunca conseguia agradar a mãe quando a mesma ainda era viva e o relacionamento com o pai também não era dos melhores. O que acontece é que ela nunca tinha a liberdade de fazer suas próprias escolhas sem que alguém interferisse ou a incentivasse. Nem mesmo o relacionamento que tinha com Nick era tido com bons olhos. Para seu pai, ele não era a pessoa certa e ela ainda não tinha noção disso.  Porém, quando ele a pede em casamento ela decide aceitar, mesmo indo contra o que o pai achava. Era a hora dela ser feliz e seguir com aquilo que queria. Ela tinha certeza que Nick era a pessoa certa e de que seriam felizes juntos.
Acontece que ele não é tudo que Haven imaginava. Nick, que sempre foi uma pessoa tranquila e compreensiva, passa a mostrar um lado que ela desconhecia. De pequenas implicâncias, a pedidos absurdos, Nick vai fazendo com que Haven deixe de lado quem ela realmente é para se tornar a pessoa que ele gostaria que fosse. Mas não pense você que as coisas param por aí? Em um dado momento, tomado por uma fúria que sabe-se lá de onde veio, ele a agride. E isso começa a se tornar recorrente, até que ela decide pedir ajuda e se livrar desse pesadelo. E é neste momento que ela reencontra Hardy Cates, aquele lindo que apareceu no primeiro livro e me deixou a-pai-xo-na-da.
Quem leu o primeiro livro sabe que Hardy tem um histórico familiar de deixar qualquer um de cabelos em pé. Ele, que vivia em um trailler, tinha um pai abusivo que só aparecia para agredir a mãe e deixá-la grávida, tinha tudo para ser um zé ninguém. Mas não era isso que ele tinha almejado para sua vida e aos poucos, Hardy foi conseguindo tudo que desejava. Contudo, ele sentia que não estava completo, sua vida era um tanto vazia e tudo só começou a ganhar um sentido diferente quando Haven entrou nela.
É claro que um possível romance entre eles não será visto com bons olhos pela família Travis. No passado Hardy, que foi o grande amor de Liberty agora esposa de Gage, tentou prejudicar os Travis em um negócio e isso acabou gerando muitas dúvidas a respeito de seu caráter. Mas será que eles serão capazes de resistir a essa paixão avassaladora?
O que foi esse livro, minha gente? Intenso, marcante, apaixonante! Não estava preparada de jeito algum para os momentos maravilhosos que passei enquanto o lia. Eu tinha amado o primeiro livro, mas esse conseguiu me arrebatar. A história é forte, delicada e trata de um tema atual: os relacionamentos abusivos. Ele foi além do que eu imaginava, mostrando não somente os abusos que acontecem dentro de casa, como também os que estão presentes no trabalho. A Redenção é um livro profundo, que mexeu com minhas emoções do início ao fim e que me deixou sem palavras em diversas situações. Lisa, mais uma vez, mostra seu inegável talento para criar tramas densas e arrebatadoras.
Não imaginei que a história fosse mexer tanto comigo. Em A Protegida eu já havia gostado muito do Hardy e mesmo com ele fazendo uma canalhice no final, ainda o considerei um dos melhores personagens da história. Estava preparada para ficar ainda mais apaixonada por ele. O que não esperava era gostar tanto de Haven. Pelo perfil, ela tinha tudo para ser uma daquelas mocinhas que gostam de bancar as rebeldes e vão totalmente contra a família só para mostrar que são as donas dos próprios narizes. Mas ela não é desse jeito e isso foi um choque, um verdadeiro tapa na cara. Haven só queria ser aceita e, por mais clichê que isso possa parecer, ela queria fazer a coisa certa e ter o reconhecimento dos pais e dos irmãos.
Assim como no primeiro livro, a leitura é rápida e a agilidade, que é uma marca registrada da autora, está presente em todos os capítulos. Gostei muito da forma como a autora introduziu o romance. Meu maior medo era de que ele não tivesse um foco, que tudo acontecesse rápido demais e que soasse artificial. Mas ela foi incrível neste ponto e criou toda uma atmosfera de atração irresistível, que deixava explícito para o leitor a enorme química que existia entre os dois.
Foi lindo demais acompanhar a trajetória desse casal que são tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão parecidos. Este é, sem dúvidas, o melhor livro contemporâneo da Lisa Kleypas que li até o momento. Uma história que nos mostra o poder da superação e de como o verdadeiro amor pode curar até mesmo as mais profundas feridas.