quarta-feira, 6 de março de 2013

À convite: Dom Quixote



Sinopse: Obra concebida como novela curta e escrita em duas partes distintas, Dom Quixote foi inspirado em um caso real de loucura. Opondo-se à irrealidade das novelas de cavalaria, ainda muito lidas na Espanha da época, Cervantes teria pretendido fazer uma sátira dessa "propaganda" cavaleiresca e dos que se armavam cavaleiros às cegas. Mas a caricatura de um estilo fantasioso se transformou no retrato da aventura humana, no perfil do homem dividido entre o sonho e a realidade. A influência de Dom Quixote - uma das maiores obras-primas da literatura de todas as épocas - estendeu-se, através do tempo, a escritores, pintores, escultores, dramaturgos, cineastas, músicos, cada um dando sua versão pessoal do "cavaleiro da triste figura" e de seu fiel escudeiro: Dom Quixote e Sancho Pança.

São apenas moinhos de vento... 

“Embora eu saiba que não exista magia no mundo que possa mover e forçar a vontade - como alguns simplesmente acreditam -, é livre a nossa vontade, e não existe erva nem encanto que a force.” 
É com esse trecho do primeiro livro que começo essa resenha. Dom Quixote de La Mancha de Miguel de Cervantes é um dos clássicos da literatura que deveria estar na leitura obrigatória de todas as pessoas. É uma leitura densa para nós que nos acostumamos com as narrativas recentes, muitas vezes com textos fáceis nos quais apenas passamos os olhos, não requer muita atenção. 
Um herói sonhador. Não vejo outra forma para descrever Dom Quixote. Um herói que sonhou tanto que acabou se perdendo em suas fantasias. Dom Alonso Quixano, um senhor que passava horas e horas em cima de livros sobre cavalaria, até o dia que decidiu ser cavaleiro, selou sua montaria, Rocinante, e seguiu estrada para suas aventuras. Em busca de sua Dulcineia e em nome da busca desse amor passa por inúmeras aventuras ao lado de seu fiel escudeiro Sancho Pansa. 
É uma história que encanta e diverte, que te faz rir e ao mesmo tempo refletir, afinal às vezes temos problemas, dificuldades e achamos que não tem solução. Mas nem sempre são gigantes, apenas moinhos de vento.

Pri Robles

6 comentários:

  1. Nunca li Dom Quixote, acredita? Peguei uma vez, mas larguei porque não tinha maturidade para leitura. Quero muito ler.

    Beijos!
    Paloma Viricio- Jornalismo na Alma

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  2. Nossa li esse livro quando ainda estava na escola, mas gostei, apesar de ser um clássico ele é mto legal de se ler.

    bjos

    http://blog.vanessasueroz.com.br

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  3. Bom dia Neyla,

    Esse é uns dos livros que estão na minha lista de desejados, um clássico...bela resenha e boa dica....abçs.


    http://devoradordeletras.blogspot.com.br/

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  4. É bem capaz de eu ter que ler esse livro nesse semestre
    Um classico

    Beijos
    @pocketlibro
    http://pocketlibro.blogspot.com.br

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  5. Certa vez, quando ainda estava no fundamental comecei a ler essa obra, mas assim como você fala no post Neyla, é uma leitura intensa, na época acho que tinha apenas uns 10 anos, e não era a obra adaptada, então senti muita dificuldade e acabei abandonando, mas é um livro que realmente todos deveriam ler, mas acaba ficando ofuscado por tantos e tantos lançamentos que apenas quando se vê uma matéria sobre ele é que lembramos como realmente é precioso.

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  6. Obrigada pelos elogios gente. Mas a resenha não foi escrita pela Neyla, foi escrita por mim :)

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