segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Resenha: A Verdade Nunca Morre















Informações Técnicas

Título: A Verdade Nunca Morre
Editora: Petit
Autor (a): Valter dos Santos
Número de páginas: 252 páginas






Sinopse: E quando descobrimos que a verdade nunca morre? Michael, Gina e Paul vivem em Londres, na Inglaterra, mas ainda hoje enfrentam os reflexos de um passado sombrio, marcado pela tragédia. No mundo dos espíritos, Michael vislumbra a cidade de Liverpool, em pleno século 19. Atravessando o tempo, o ódio bate à porta daqueles que pretendem abraçar a felicidade. Entre dois mundos, um triângulo amoroso está formado.

Michael trabalha como jornalista em uma rede de TV onde seu primo, Paul, é editor chefe. Casado com Gina e pai de três filhos, ele é um profissional exemplar e um bom pai de família. Um dia, em meio a uma discussão acalorada com Paul, Michael perde o equilíbrio e cai da escada da emissora, vindo a falecer.
Com a morte inesperada do marido, Gina fica desorientada, mas conta com a ajuda de Paul que se mostra um amigo fiel e dedicado para com ela e seus filhos. Aos poucos, se recuperando do baque que sofrera, ela e Paul dão início a um relacionamento sério, o que vai ser o pontapé inicial para muitos dos problemas que ela virá a enfrentar futuramente.
Em outro plano, Michael começa a entender o motivo de ter desencarnado e, conforme avança em seus estudos, desperta a vontade de rever seus familiares. Ao constatar que Paul e Gina estão juntos, ele se enche de fúria e decide não mais voltar a colônia onde vivia para poder separar o casal. Por conta disso, envolve-se com entidades de vibrações negativas que irão transformar a vida dele num inferno.
A Verdade Nunca Morre é um livro com história ágil e bem rápido de ler. As coisas acontecem em um ritmo bacana e a narrativa do autor é boa, porém achei que faltou emoção. A trama possui um tema forte portanto esperei cenas com um altor teor de emoção e o fato de não ter encontrado me deixou um pouco decepcionada. Vocês sabem o quanto me emociono lendo livros espíritas, não é verdade? Acho que essa foi a primeira vez que não chorei um momento sequer.
Os personagens principais também não me cativaram tanto quanto eu gostaria. Paul e Gina foram apáticos do começo ao fim. Ela sempre na relutância em pedir ajuda e com um ceticismo que beirou a chatice. Ele, por sua vez, não mostrou ter garra ou perseverança. Somente Michael ganhou meu afeto e compaixão. Apesar das atitudes egoístas no início do livro, ele mostrou no decorrer das páginas ser um homem de bom coração e acabou me conquistando.
Apesar de ter faltado emoção, gostei da história como um todo. Bem elaborada, com um enredo que consegue prender o leitor e uma história que nos trás muitas reflexões, entre elas sobre o ciúme (grande vilão de muitos relacionamentos). Um livro sobre recomeço, perdão e perseverança, uma boa pedida para quem gosta do tema. Recomendado.



4 comentários:

  1. A sinopse do livro não me chamou muito a atenção, e como você disse que faltou emoção na narrativa acho que não me animei em conhecer a história. Já não é uma temática que eu goste tanto assim, prefiro livros que tratam de mistérios ou suspenses.

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  2. Olá Neyla,

    Esse é mais um livro que fico conhecendo aqui no seu blog, mas não faz meu estilo, mas sua resenha ficou ótima...abraços.

    devoradordeletras.blogspot.com.br

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  3. Gostei da premissa do livro, até o momento em que você disse que ele se envolve com entidades malignas. Sinceramente, já não sou muito fã de livros sobrenaturais, livros espíritas então... não tenho vontade de ler. Fica para a próxima...

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  4. Oi Neyla,
    li esta livro ano passado e realmente tem uma história linda!!!!

    bjos
    http://blog.vanessasueroz.com.br

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