quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Originais



Daemon fará o que for preciso para ter a Katy de volta.
Após a bem-sucedida, porém desastrosa, incursão a Mount Weather, ele está tendo que encarar o impensável. Katy foi capturada. Sua única meta agora é encontrá-la. Destruir qualquer um que se ponha em seu caminho? Com todo prazer. Incendiar o planeta inteiro para salvá-la? Moleza. Expor sua própria raça ao mundo? Sem problema.
Tudo o que a Katy pode fazer é sobreviver.
Cercada por inimigos, a única maneira que ela tem de sair dessa é se adaptando. Afinal, nem todas as facetas do Daedalus são totalmente malucas, embora os objetivos do grupo sejam assustadores e as verdades propagadas ainda mais perturbadoras. Quem é de fato o inimigo? O Daedalus? A humanidade? Ou os Luxen?
Juntos, eles podem encarar o que vem pela frente.
No entanto, a pior de todas as ameaças esteve escondida o tempo inteiro. Quando as verdades vierem à tona e as mentiras forem enfim desmascaradas, de que lado o Daemon e a Katy decidirão ficar? E será que eles conseguirão, pelo menos, continuar juntos?
Título: Originais
Série: Saga Lux
Autor (a): Jennifer L. Armentrout
Editora: Valentina
Número de páginas: 384


Quem me acompanha aqui no blog (ou nas minhas redes sociais) sabe do meu amor pela Saga Lux. Ano passado Originais foi lançado e, por algum percalço da vida, não consegui fazer a leitura dele. Isso é inadmissível, óbvio, principalmente porque, no livro anterior, a história terminou em um momento crucial e eu precisava saber o que iria acontecer a partir dali. Mas antes tarde do que nunca, não é mesmo? E cá estou eu, pra contar que esse tão desejado livro foi, finalmente, lido. 
Mas antes de continuar a leitura, um aviso: esse é o quarto livro da série, portanto você vai encontrar aqui alguns spoillers dos livros anteriores. Se você quer saber o que achei, sem precisar ler o resumo básico do livro, pula pra parte da minha opinião (após a foto) e aproveita que lá não tem spoiller algum. ;)
Em Originais a trama começa de onde Opala parou: após a traição de Blake (mais uma vez), Kat foi capturada pelo Daedalus e se encontra em um local misterioso, cercada de inimigos por todos os lados. O intuito do DOD sempre foi capturá-la junto com Daemon, para poder testar as funcionalidades da mutação, que aparentemente é perfeita, e usá-los para algo ainda maior. Como se não bastasse tudo isso, já que os testes acabam se mostrando, fisicamente e psicologicamente, exaustivos, ainda há a saudade martelando o peito e a culpa, por algo que fez, a lhe partir o coração. Mal sabe ela que, mais cedo do que imagina, vai reencontrar Daemon.
Quem já leu os livros anteriores sabe muito bem da força do sentimento que existe entre o nosso casal protagonista, portanto não é de surpreender que Daemon vá atrás do Deadalus com a intenção de se entregar, desde que possa ficar ao lado de Kat. E lá, ele vai descobrir que os planos do DOD são bem mais grandiosos do que imaginava e que ali, na Área 51, novos tipos de híbridos estão sendo criados: os Originais. 
Eles precisam fugir dali, mas como encontrar aliados no meio de tantos inimigos?

Eita, segura que o negócio pegou fogo!
Eu estava em cólicas de ansiedade por esse livro, não tenho como negar. Ainda mais depois daquele término desesperador de Opala, que me deixou batendo com a cabeça na parede de tão doida. Não sei bem o que esperava desse livro, afinal de contas era um novo começo, uma história totalmente diferente da que vinha sendo apresentada nos livros anteriores. Sabe aquela frase que diz "agora a brincadeira ficou séria"? É a que melhor se encaixa aqui para explicar o que aconteceu em Originais.
O início do livro é um pouco mais lento, com o quartel do DOD sendo apresentado e trazendo a tona algumas novas informações. Mesmo tendo muita explicação, achei que a autora conseguiu manter um ritmo bom e foi dosando as informações com uma e outra ação. Inclusive, devo confessar que me senti vingada por um determinado personagem ter, finalmente, recebido aquilo que tanto merecia (sou rancorosa mesmo, não tenho como negar).
É perceptível o amadurecimento gradativo da história desde Obsidiana até chegar em Originais. A trama, que começou de uma forma meio despretensiosa, foi ganhando terreno a cada novo livro, trazendo novos elementos e conseguiu me surpreender por tudo que apresentou nesse quarto volume. Achei que a autora dosou muito bem a ação, apresentou novos aspectos em relação aos personagens (principalmente os secundários) e mostrou um pouco mais do lado inimigo, que sempre foi uma espécie de incógnita para mim.
Contudo, achei que algumas partes ficaram repetitivas e acabaram por quebrar o ritmo inicial que vinha sendo mantido de forma tão bacana. Os constantes questionamentos de Kat e Daemon me cansaram e acredito que, se fossem retiradas cerca de 20 páginas de lamentações e pensamentos repetidos, o livro teria ganhado mais agilidade. Em alguns momentos tive vontade de fazer a famosa leitura dinâmica só pra chegar logo na parte que mais me interessava. Foi só por esse motivo que não dei nota máxima.
Daemon e Kat continuam incríveis juntos e a química entre eles, que sempre foi enorme, conseguiu ficar ainda maior. Existe uma cumplicidade enorme entre os dois e isso é algo muito bonito de se ver. O relacionamento entre eles está bem mais profundo e a forma com que lidam com seus problemas se mostrou mais madura. Isso sem falar que o clima entre ambos está bem quente, hot, fervendo! Hahahaha Adorei!
Originais foi um livro surpreendente, que trouxe mais questionamentos tanto para os personagens como para essa leitora. Preparem seus corações porque a autora não está para brincadeira e nem vai facilitar as coisas. Há momentos tensos, mortes e traição de onde agente menos espera. Estou muito ansiosa para ler Opostos porque esse livro terminou em uma parte muito, muito, muito desesperadora e eu estou como? Tensa e curiosa. Espero que seja ainda melhor do que eu espero! <3

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