quarta-feira, 10 de abril de 2019

As Elizas



SARA SHEPARD, AUTORA DA SÉRIE BEST-SELLER PRETTY LITTLE LIARS, DEIXA SUA MARCA EM MAIS UMA HISTÓRIA COM UMA NARRATIVA HITCHCOCKIANA CHEIA DE MENTIRAS, MEMÓRIAS FALSAS E UMA PROTAGONISTA QUE PRECISA DESCOBRIR A VERDADE PARA SOBREVIVER.
Quando a escritora estreante Eliza Fontaine é encontrada no fundo da piscina de um hotel, sua família acredita ter sido mais uma tentativa de suicídio fracassada. Mas Eliza jura que foi empurrada, e sua única testemunha é quem a salvou. Desesperada para encontrar o culpado, Eliza toma para si a investigação do caso.
Mas, conforme a data de lançamento do seu primeiro livro se aproxima, ela se vê com mais perguntas do que respostas. Por que a editora, agente e a família estão misturando os acontecimentos de sua vida com os de seu livro? Ele não é totalmente ficcional?
Título: As Elizas
Autor (a): Sarah Shepard
Editora: Harper Collins
Número de páginas: 384



Heeeello pessoas hoje trago para vocês As Elisas, da autora Sara Shepard, criadora da série Pretty Little Liars. Confesso que demorei muito, muito, muito pra ler esse livro, mas já já conto minha opinião pra vocês! Vamos começar explicando um pouco de como ele é!
Eliza é uma jovem escritora que teve um tumor cerebral e tentou se suicidar algumas vezes. A mais recente teria sido no Tranquility Resort, só que, ao acordar no hospital com sua família, ela não tem tanta certeza se foi realmente uma tentativa de suicídio. Acontece que Elisa guarda uma lembrança de alguém lhe empurrando, mas como ela estava bêbada e já possui um histórico um tanto quanto difícil, não é muito levada a sério pelas pessoas.
A história de Eliza intercala os capítulos com a do livro dela, As Dots, que conta a história de uma garotinha que também tem um tumor. Na história, Dot ama a tia Dorothy, que sempre conta histórias fantásticas pra ela. O relacionamento entre tia e sobrinha é muito forte e isso acaba por afastar Dot de sua mãe, que é sempre muito ocupada, mas nem por isso pouco preocupada com a filha. Depois que Dot cresce acontecem algumas reviravoltas e acabamos descobrindo mais sobre esse livro do que realmente ele aparentava ser.
Voltando para Eliza, ela está determinada a encontrar quem a empurrou na piscina e mostrar a todos e principalmente sua família que ela não tentou se matar dessa vez. Com a ajuda de Desmond Wells, que a salvou da piscina, ela vai tentar encaixar as partes que faltam desse intrincado quebra-cabeça.
E então, Mayana, o que você achou da história? Então pessoal, eu não gostei muito dela não! Achei a história confusa, cheia de altos e baixos, e confesso que esperava mais pelo fato de ser a mesma autora da série Pretty Little Liars que, apesar de não ter assistido, ouço falar muito bem! Não gosto de livro que deixa o leitor mais perdido do que a protagonista e fui bem assim que me sentir!!
Achei que o livro da protagonista foi melhor do que a história que Eliza estava vivendo no momento. Para mim, essa foi a parte alta do livro, não foi maçante em nenhum momento e era o que dava um up pra continuar lendo. Só por isso não achei o livro todo ruim. Dot salvou grande parte do livro!
Achei a protagonista bem chatinha e cheia de vontades, brigava com a família, brigava com os amigos, com o mundo se fosse possível. Eu até entendo que ninguém estava na pele dela pra saber o que realmente aconteceu no dia, mas achei um pouco demais ela querer brigar com todos como uma menina mimada. E, eu não sei quanto a vocês, mas quando não consigo simpatizar com a protagonista já fico nervosa.
Infelizmente não foi uma leitura que me agradou e fiquei um tantinho decepcionada, afinal nada mais frustrante que começar um livro cheia de expectativas e, ao final, não ter elas atendidas. Porém, apesar do livro não ter funcionado para mim, não posso dizer a vocês que não leiam. Leitura é algo muito particular e, embora a história não tenha me agradado tanto, pode ser que agrade a uma outra pessoa. Leiam e yirem suas próprias conclusões.
Deixo pra vocês um trecho para tentar explicar um pouco como era o tumor da Eliza.
"Eu era a criança que enforcava cada um dos meus bichos de pelúcia com nós na entrada do closet, posicionando mensagens suicidas nos corpos. Minha mãe me perguntava por que eu fazia aquilo, mas, como não tinha vocabulário para expressar meus sentimentos, acreditava estar curiosa para entender tal nível de desespero."
Beeeijos!
Mayana Dórea

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